Prorrogado edital para restauro da Igreja de Conceição da Barra

A previsão de custo da obra, que vai durar um ano, é de cerca de R$ 670 mil.

Em 16/11/2020 Referência CCNEWS, Redação Multimídia

Foto: Divulgação/Secult

Secult receberá propostas vindas de organizações da Sociedade Civil até o dia 07 de dezembro.

As inscrições para participar do edital de chamamento público para obras de restauro e educação patrimonial na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Conceição da Barra, foram prorrogadas até o próximo dia 07 de dezembro, segunda-feira. O objetivo do edital, que é destinado a organizações da Sociedade Civil, é selecionar uma proposta de trabalho que tenha como linha temática a educação patrimonial que dialogue com a comunidade e que promova a preservação do bem cultural tombado.

A previsão de custo da obra, que vai durar um ano, é de cerca de R$ 670 mil e o prazo de vigência do Termo de Colaboração será de 12 meses.

Leia o edital de chamamento 003/2020 na íntegra, os anexos e a sua publicação no Diário Oficial do Espírito Santo AQUI

 Um detalhe deste edital é que o restauro do patrimônio vai acontecer com participação popular. Além das intervenções físicas previstas para serem realizadas no bem tombado, o edital exige propostas com ações socioeducativas de preservação de seu patrimônio e de sua memória praticando, assim, uma interação entre a comunidade e a organização responsável pela obra em torno do local.

A igreja

 Patrimônio tombado pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC), a Igreja de Nossa Senhora da Conceição funcionou como capela no começo do Século XIX. Foi erguida em 1812 e elevada à condição de paróquia em 1831 por ter uma pia batismal e um cemitério.

A edificação tem particularidades que a diferem das demais construções religiosas do mesmo período no Estado, já apontando para outras linguagens estilísticas renovadoras, como o ecletismo e o art déco. Em nota técnica da Secult, justifica-se que a arquitetura da igreja “recria uma nova forma estética a partir das influências da arquitetura colonial”. (Com informações da Assessoria de Comunicação da Secult)